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Não humanos foram vistos na sua região. E eles não são bem-vindos. Caso você veja um não humano ligue, imediatamente, para esse número: (41) 4063-9429.
Calma, não é nada grave. É só a genial campanha da Sony Pictures para o novo filme de ficção, Distrito 9, que estréia no dia 16 de outubro nos cinemas de todo o Brasil.
Outdoors foram espalhados pelas principais cidades do Brasil dizendo que não humanos foram vistos naquela região e que, se alguém viu alguém não humano, deveria ligar para um determinado número. Veja abaixo a lista dos telefones das cidades.
Se você viu um não humano, ligue:
- Recife: (81) 4062-9440
- Porto Alegre: (51) 4063-9739
- Campinas: (19) 4062-9892
- Brasília: (61) 4063-9269
- São Paulo: (11) 3522-5515
- Rio de Janeiro: (21) 4063-9979
- Salvador: (71) 4062-9390
- Belo Horizonte: (31) 4063-8133
- Curitiba: (41) 4063-9429
Como um bom curioso, liguei assim que vi e gravei a minha mensagem denunciando a presença dos não humanos:
A mensagem gravada vai imediatamente para o Gengibre e para o hot site da ação de Distrito 9, criando um mapa com os pontos onde os não humanos foram vistos no Brasil.
Nos Estados Unidos a campanha foi bem maior, incluindo a inserção de filmes em TV e sites, alertando para a presença dos não humanos. Lá, o filme estreou em julho.
Confira o Trailer do filme Distrito 9
Não é por nada. Mas, tenho a impressão que vejo não humanos todos os dias.
Há mais de 60 anos a Walt Disney Company não lançava um novo selo de cinema. Porém, pegando carona com a moda das discussões ambientais e filmes/documentários de sucesso do mesmo segmento, o estúdio inova mais uma vez e lança o Disney Nature.
Mais do que documentários que retratam a natureza e a vida selvagem em seu habitat natural, os filmes prometem dar um show de imagens e compor histórias que demonstram como a natureza se comporta em diversas situações.
O resultado já pode ser visto em Terra, o primeiro filme do selo Disney Nature, lançado no dia 22 de abril, Dia Internacional da Terra. Em cartaz nos melhores cinemas, o documentário com pouco mais de uma hora e meia mostra a história de várias espécies e sua luta pela sobrevivência.
O que impressiona são os recursos técnicos: para que a equipe de filmagens não comprometesse a naturalidade das cenas foi utilizado um sistema de câmera chamado Cineflex giro-estável. O que permitia a capitação das imagens do helicóptero evitando a interferência da equipe com os animais.
Na produção além da Disney estão a BBC e a Discovery Channel. E o mais curioso, na versão americana o filme é narrado por James Earl Jones a conhecidíssima voz de Darth Vader. Já pensou na cena? O Urso polar ataca a foca anciã a ela diz “i´m your father.”
Para quem gosta de bichos e de imagens fantásticas vale a pena conferir. Ao contrário do que todo mundo pensa não é cansativo. A única coisa que atrapalha é o excesso de drama do narrador e a falta de cópias legendadas no Brasil.
Nota: 7 / 10
Confira o Trailler:

A 81ª entrega do Oscar reservou muitas surpresas. Mas não foi na lista dos vencedores, mas sim na condução do show e na produção de um espetáculo que há anos não era tão bonito.
Se a audiência andava em queda, a tentativa de salvar a mais importante premiação do cinema começou por uma escolha diferente para o mestre de cerimônias. Em vez de humoristas, piadistas e pessoas que se achavam engraçadas, apostaram no galã Hugh Jackman. O australiano cantou, dançou e tocou a cerimônia com maestria. E o melhor de tudo, sem piadas sem graça.

A produção do show também foi excelente. A cada categoria utilizavam cenários que lembravam o prêmio que estava sendo entregue. Camarins para maquiagem, máquinas de datilografia para roteiro e assim foi. Vídeos com montagens dos melhores filmes de ação, romance e animação também foram mostrados e com uma ótima edição. Ou seja, no quesito “show”, foi uma das melhores cerimônias dos últimos anos.

Na premiação confirmou-se tudo que já sabia, a Índia dominaria o Oscar. Quem quer ser um milionário papou 8 estatuetas. Porém, algumas delas contestáveis. Por exemplo, trilha sonora e canção que tinha tudo para ser de Wall-e. O filme do robozinho que conquistou a todos levou apenas a estatueta de Melhor Animação.
O Curioso caso de Benjamin Button ficou com 3 estatuetas: Direção de Arte, Maquiagem e Efeitos Visuais. Este último apesar de merecido, podia muito bem ter ficado com o Bátima.
O morcegão levou apenas dois prêmios, o que não agradou os fãs. Edição de Som e a carta marcada da noite, a consagração do Coringa de Ledger como um dos melhor vilões de todos os tempos.

Previsível também foi o prêmio para Kate Winslet, que depois de 6 indicações saiu vitoriosa por seu papel em O Leitor. A atriz codjuvante foi Penélope Cruz, que no final do seu discurso agradeceu em espanhol, lembrando sua terra natal.
O melhor discurso da noite, sem dúvidas, foi quando o roteirista de Milk subiu para receber seu Oscar de Melhor Roteiro Original. Ele reforçou o discurso do filme contra a intolerância aos homossexuais e o respeito as pessoas. E o papel de Harvey Milk deu a Sean Penn o seu segundo Oscar, talvez a grande surpresa da noite, já que tudo indicava que “O Lutador” levaria o prêmio.

Danny Boyle, diretor de Quem quer ser um milionário sagrou-se premiado. O diretor de Trainspotting foi audacioso ao tocar esse projeto que misturava um filme britânico com a Bollywood e Mumbai. O projeto deu tanto certo que o filme ganhou o prêmio mais importante da noite: o Oscar de Melhor Filme e deixou Hollywood com cara de taxo, provando que não são necessários orçamentos absurdos para se fazer sucesso.
Agora, aguardamos que todos esses filmes, os indicados e os premiados, cheguem ao circuito nacional, já que infelizmente nossas distribuidoras demoram horrores para por algumas fitas no mercado. Isso apenas incentiva a pirataria e afasta o público do cinema, já que quem se interessa pelo assunto, não agüenta esperar meses para ver as fitas que irão concorrer ao prêmio.
No quesito Mãe Dinah, me dei muito bem. Comparem a lista de vencedores abaixo, com a lista que fiz nesse post. Acertei a maioria.
Melhor Filme - Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Ator - Sean Penn, Milk – A Voz da Igualdade
Melhor Atriz - Kate Winslet, O Leitor
Melhor Ator Coadjuvante – Heath Ledger, Batman – O Cavaleiro das Trevas
Melhor Atriz Coadjuvante – Penélope Cruz, Vicky Cristina Barcelona
Melhor Diretor – Danny Boyle, Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Roteiro Original - Milk – A Voz da Igualdade
Melhor Roteiro Adaptado – Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Fotografia - Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Edição – Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Direção de Arte - O Curioso Caso de Benjamin Button
Melhor Figurino – A Duquesa
Melhor Maquiagem - O Curioso Caso de Benjamin Button
Melhor Trilha Sonora - Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Canção Original - Jai Ho, Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Som - Quem Quer Ser Um Milionário
Melhor Edição de Som - Batman – O Cavaleiro das Trevas
Melhores Efeitos Especiais – O Curioso Caso de Benjamin Button
Melhor Animação - Wall-E
Melhor Filme Estrangeiro – Departures (Japão)
Melhor Animação (curta) - La Maison En Petits Cubes
Melhor Documentário - Man on Wire
Melhor Documentário (curta) - Smile Pinki
Melhor Curta - Spielzeugland

Hoje, as 22 horas será realizada a 81ª cerimonia de entrega do Oscar. Há anos, não se tinha uma disputa tão com cara de ‘eu já sabia’. Por isso, arriscar palpites em “Quem quer ser um milionário”, Ledger e Wall-e não é nada difícil.
Portanto, coloquei minha bola de cristal para funcionar e coloco a lista dos que acho que sairam da festa com uma estatueta nas mãos.
Palpites
Melhor Filme: Quem quer ser um milionário.
Melhor Ator: Mickey Rourke. (O Lutador)
Melhor Atriz: Kate Winslet. (O Leitor)
Melhor Ator Coadjuvante: Heath Leadger (Batman The Dark Night)
Melhor Atriz Coadjuvante: Penelope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
Melhor Diretor: Danny Boyle (Quem quer ser um milionário)
Melhor Roteiro Orignal: Milk
Melhor Roteiro Adpatado: Quem quer ser um milionário
Melhor Fotografia: O Curioso Caso de Benjamin Button
Melhor Edição: Frost/Nixon.
Melhor Direção de Arte: O Curioso Caso de Benjamin Button.
Melhor Figurino: A Duquesa.
Melhor Maquiagem: O Curioso Caso de Benjamin Button.
Melhor Trilha Sonora: Wall-e
Melhor Canção: Wall-e “Down to the Earth”
Melhor Mixagem de Som: Batman The Dark Night
Melhor Edição de Som: Batman The Dark Night
Melhores Efeitos Visuais: Batman The Dark Night
Melhor Animação: Wall-e

Se a Segunda Guerra mundial já havia sido retrata de diversas maneiras em inúmeros filmes, em O Leitor, ela é plano de fundo para uma curiosa trama.
Michael Berg (parente do Sean Berg?) é um garoto de 15 anos, que um dia retornando para casa passa muito mal. Comovida, ao ver o menino vomitando pelos cantos sob forte chuva, Hanna Schmitz ajuda o garoto e o leva para a casa. Ao curar-se, Michael decide visitar Hanna para agradecer sua gentileza. Porém, ele fica encantado pela moça, que corresponde e eles iniciam um relação curiosa que envolvia sexo e muitos livros.

Toda vez que Michael visitava Hanna, ele lia um livro para ela e depois transavam loucamente. O menino já estava largando seus amigos, colegas e família e se dedicando a intensa paixão pela moça mais velha. Porém, sem mais nem menos, um dia, ela some.
Anos depois, Michael Berg é estudante de direito. Como parte de seus estudos, ele acompanha o julgamento de 6 nazistas, acusadas de comentar a morte de centenas de judeus no campo de Auschwitz.
Para a surpresa de Michael, uma das mulheres sentadas no banco dos réus é Hanna, sua paixão antiga.
Quando o julgamento começa a grande discussão passa ser o que é moral e o que é legal. Michael se vê incomodado por perceber que se relacionou com uma assassina, porém, chega a cogitar entregar informações que poderiam, se não inocentar Hanna, pelo menos ajudá-la no processo. Porém, Michael, desiste e guarda os sentimentos para si.

Kate Winslet provavelmente será coroada com o Oscar por sua brilhante atuação. Sua postura rígida, mesmo quando parece estar em cenas românticas com Michael, acompanha a personagem até o fim. Kate já disse que se sente a vontade quando está nua em frente às câmeras, por isso, as cenas de sexo fluem de maneira muito espontânea. Ela se transforma como passar do tempo, e no final do filme está anos mais velha e quase irreconhecível. É sua 6ª indicação e, com certeza, dessa vez ela leva o moleque dourado para casa.

Ralph Fiennes também desempenha um ótimo papel. Ele é Michael, depois de adulto, lembrando de sua própria história. Retraído, é silencioso e parece carregar o mundo nas costas. Herança da conturbada história com Hanna. Ele leva até as cenas finais esse ar fechado, como se precisasse muito por tudo para fora.
A direção é de Stephen Daldry, indicado pela terceira vez ao Oscar, mas não creio que ele tenha muitas chances. Porém, em duas outras categorias em que o filme foi indicado, ele pode muito bem se sair bem. A primeira delas é Roteiro Adaptado, que para mim é o forte do filme, onde a história é muito bem contata, sobre a ótica de Michael Berg. E a outra categoria é fotografia, um destaque importantíssimo, que dá uma beleza diferente para o que representa a Alemanha, entre 1945 e 1995.
Nota: 8/10
Estréia dia 06/02
Confiram o trailer:




























