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A Renault transformou o circo da Fórmula 1 em uma verdadeira palhaçada. Nelsinho Piquet, antes de ser demitido no Gp da Hungria desse ano, delatou o que pode ser um considerado um dos maiores escândalos da categoria: uma batida proposital que manipulou o resultado de uma corrida.
Ano passado, em Cingapura, a equipe teria ordenado o carro de seu piloto número 2 a bater provocando o Safety Car e beneficiando o piloto número 1, que acabara de sair do Pit Stop e enchido o tanque até a boca. Isso fez com que o time francês subisse ao pódio e conseguisse os 10 pontos na corrida.
O piloto número 1 era Fernando Alonso, bicampeão mundial. O número 2, Nelson Piquet, filho de campeão que chegou a Fórmula 1 prometendo muita coisa e saiu pelas portas dos fundo, sem grandes resultados e com esse escândalo. Os mandantes do crime: Flávio Briatore, chefe da escuderia e Pat Symonds, engenheiro e estrategista.
O que não dá para entender é porque a vitória da Renault era tão importante. Ela não disputava o campeonato, andava bem com seus pilotos e eram o quarto time do campeonato, atrás apenas de Ferrari, McLaren e BMW. Precisava disso?
A batida de Nelsinho condenou a credibilidade do esporte. Torcedores, espectadores e competidores foram enganados, manipulados por um jogo sujo de equipe. Segundo os depoimentos e notícias, o piloto brasileiro foi coagido a aceitar a proposta indecente, vendo que se não fizesse isso, não teria emprego na escuderia francesa no ano seguinte. O que não serve como desculpas, afinal, se nesse momento minha chefe mandar-me matar a primeira pessoa que eu ver na rua, não farei de jeito nenhum, sem a preocupação de perder ou não meu emprego.
Piquet, o cagueteiro da maracutaia ganhou aquele prêmio sem vergonha dado aos dedos duros, a “delação premiada”. Ou seja, “Se você contar para tia a coisa errada, não vai ficar de castigo”. Dito e feito.
Na imprensa, em vez de se defender, Briatore baixou o nível. Pareceu criança de 6 anos que quando perde briga diz “ah… e daí, você dá o cu mesmo!”. E entre todo essa bafafá a FIA marcou uma reunião de conselho para julgar o caso e dar o veredicto de quem ficará sem recreio. Dia 21 saberemos a decissão oficial.
Antes disso, a equipe francesa tomou uma atitude justa e inteligente: deu o bilhete azul para Symonds e Briatore para tentar amenizar a situação. Ou seja, duas cabeças já rolaram e, muito provavelmente, foi a cabeça dos cabeças desse esquema.
Porém, as demissões podem ser um golpe para proteger a equipe e, principalmente, Fernando Alonso, que já está com um pezinho no carrinho vermelho de Kimi Raikkonen. É simplesmente ridículo pensar que o maior beneficiado não sabia de nada.
E os engenheiros e mecânicos? Com certeza perceberam na hora do ocorrido que aquilo não era normal. Que não era um simples jogo de equipe, era uma tremenda sujeira, uma mancha para a carreira de qualquer um. Mas todos se calaram.

Briatore é conhecido pelas suas picaretagens há muito tempo. É só lembrar da temporada de 94, onde a equipe dele, a Benetton, foi punida por adulterar o bocal do tanque de combustível, deixando os pit stops mais rápidos e menos seguros, tanto que o carro de Jos Vestapem virou uma bola de fogo no Gp da Alemanha, colocando em risco a vida de pilotos e mecânicos.
E não foi só isso, a decisão do título daquele ano, em Adelaide, viu uma das batidas propositais mais esdrúxulas da história. O alemão se perdeu em uma curva, bateu no guardrail e quebrou a suspensão dianteira, o que faria sem dúvida alguma ele abandonar. Antes disso, displicentemente, jogou o carro em cima do inglês Damon Hill, tirando-o da prova e a da chance de conquistar o título. Assim, Briatore e sua equipe fez com que Shumacher fosse campeão pela primeira vez.
Se livrar de um picareta é ótimo. Mas não nessas circunstâncias. O italiano vigarista está se tornando um mero bode expiatório na fraude da Renault. Se a FIA fosse de fato justa e quisesse mostra que a Fórmula 1 é um categoria séria, avessa a qualquer tipo de manobra desleal, baniria definitivamente a Renault da Fórmula 1. E todos, eu digo todos, os envolvidos também seriam punidos. Os pilotos perderiam suas superlicenças, mecânicos tomariam alguns dias de gancho e serviria de exemplo para futuros espertinhos que quisessem brincar com coisa séria. Mas, infelizmente, veremos apenas a empurrarem a sujeira pra debaixo do tapete como fizerem no caso de espionagem McLaren x Ferrari.
Por tudo isso e mais um pouco a FIA já tem planos de mudar sua sede para Brasília, já que lá tudo acaba em pizza.
Sepang por um momento teve a melhor corrida dos últimos anos. Perfeita até a chuva e os manda-chuvas da Fórmula 1, estragassem tudo.
A Brawn prometia mais um corrida arrasadora. Porém, punido, Brarrichelo largou em oitavo. Button fez a pole, mas largou mal e caiu para quinta posição. Mesmo parecendo um péssimo começo, os dois carros do time inglês se recuperaram bem. Ultrapassaram alguns carros e, beneficiados pelos Pit Stops, chegaram a estar em primeiro e segundo.
Button, aluno aplicado, fez a lição de casa e virou voltas muito rápidas com o carro leve, com isso, consegui se manter na ponta. Barrichelo, não foi tão rápido. E voltou a ser 4º depois do primeiro Pit Stop.
Toyotas andavam muito bem com seus dois pilotos. Rosberg foi líder até a recuperação de Button. Tudo ia bem, com muitas disputas até que o tempo fechou.
Ao ver a chuva tão esperada se aproximando, a Ferrari errou de novo. Chamou Kimi para por pneus de chuva, quando a pista ainda tava seca. 4 voltas depois, desabou o mundo. Mas ai, o pneu do finlandês já tinha “acabado” no asfalto abrasivo de Sepang.
Enquanto isso, todos entravam para por pneus de chuva. Por uma volta, Rubinho não se beneficiou e não precisou entrar mais uma vez no pit. Todo mundo de pneu molhado e a corrida seguiu.
Glock e Webber foram os únicos que acertaram a mão. Ambos colocaram pneus intermediários e viravam 7 segundos mais rápido que todos. Rapidamente, chegaram ao 2º e 3º posto. Lugar, este, que Barrichelo tinha acabado de conseguir com a facilidade de quem sabe andar na chuva.
Mas ai chuva virou tormenta. E não teve mais condições de ninguém parar na pista. Uma série de rodadas e aquaplanagens fizerem com que o Safety Car entrasse. E como as condições só pioravam, a corrida foi interrompida.
Sob bandeira vermelha todos os carros alinharam na reta de chegada e ficaram esperando o parecer da direção de prova. Todos menos o Kimi, que desistiu da chuva e foi chupar um picolé nos boxes da equipe italiana.
A chuva forte e o horário avançado fizeram com que a prova não recomeçasse. Bernie Ecclestone, visando maior destaque para o GP da Malásia, um dos que tinham a menor audiência televisiva na Europa por causa do fuso horário, deu um jeito da corrida não passar de madrugada no velho continente. Atrasou o horário de início para 17h. Com a interrupção por causa da chuva, o recomeço da corrida aconteceria no breu. E por falta de luz natural a corrida acabou com apenas 30 voltas completadas.
Por terem andado menos de dois terços do total da prova, foi entregue apenas metade dos pontos para os pilotos.
Massa terminou em 9º, o que deixa a Ferrari sem pontos, a pior estréia em muitos anos. Piquet não pontuou, mas pelo menos acabou a corrida.
Barrichelo chegou em 5º e recebeu dois pontos. Mesmo assim, continua em segundo lugar no campeonato, 5 pontos atrás do líder, o inglês Jason Button.
McLaren em crise aparentava o abatimento de um carro mal nascido e a confusão da desclassificação da prova da Austrália. Hamilton, apanhou que nem cachorro da imprensa, quase chorou e ameaçou largar a carreira. Chegou em 7º. Kova ficou na primeira curva novamente e, até agora, não completou se quer uma volta.
Faltou um pouco de bom senso novamente para os grandes chefões da Fórmula 1 e sobrou emoção enquanto teve corrida. Esse campeonato promete muito equilíbrio e muitas surpresas.
O resultado final ficou assim:
1 Jenson Button (Brawn-Mercedes)
2 Nick Heidfeld (BMW Sauber)
3 Timo Glock (Toyota)
4 Jarno Trulli (Toyota)
5 Rubens Barrichello (Brawn-Mercedes)
6 Mark Webber (RBR-Renault)
7 Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes)
8 Nico Rosberg (Williams-Toyota)
9 Felipe Massa (Ferrari)
10 Sebastien Bourdais (STR-Ferrari)
11 Fernando Alonso (Renault)
12 Kazuki Nakajima (Williams-Toyota)
13 Nelsinho Piquet (Renault)
Dia 18 tem o GP da China. Promessa de recuperação de McLaren e Ferrari.
A prova que inaugurou a temporada 2009 da Fórmula 1 entrou para história. Primeiro, pelas novas regras impostas pela FIA que incluíam asas menores, pneus lisos, reaproveitamento de energia cinética, limitação de 8 motores por piloto na temporada e várias outras alterações técnicas.
Segundo, pela pole e dobradinha de uma equipe estreante, a Brawn GP. Renascida das cinzas da Honda, que no final de 2008 anunciou que estaria se retirando da Fórmula 1, a equipe liderada pelo experiente Ross Brawn herdou o chassi da equipe japonesa, carro que já vinha sendo projetado desde o meio do ano passado. Agregou-se ao monoposto o motor Mercedes e a experiência de dois pilotos desacreditados mas muito competentes, Jason Button e Rubens Barrichelo. O resultado não podia ser melhor, a ponta.
Andar na frente já rendeu a Brawn fechar alguns patrocínios. O principal deles com a Virgin, empresa americana que já estampa timidamente o carro.
Novidade também foi ver a Ferrari não completar a corrida com nenhum de seus dois carros. Massa e Kimi recolheram para a garagem depois de uma corrida apagada. McLaren também não fez muito, apesar de colocar Hamilton em 3º, em uma boa corrida de recuperação, a escuderia inglesa não pareceu nem de longe a papa-vitórias do ano passado.
Vettel e Kubica, com suas RBR e BMW acabaram fazendo uma sopa de letrinhas faltando 3 voltas para o final. Ambos se enroscaram e desperdiçaram o 2º e 3º lugar depois de uma excelente corrida. Pior para o alemão que foi responsabilizado pelo acidente, multado e perderá 10 posições na Malásia.
Alonso pontuou, mas saiu insatisfeito. Primeiro com seu carro: falou mal do Kers, do acerto e de tudo. Segundo, das rivais (Brawn, Toyota e Willians) que utilizam os famosos difusores que estão rendendo muita, mas muita discussão. A corte da FIA decidirá na segunda semana de abril se as peças são legais ou não.
As Willians, que prometeram muito nos treinos, não renderam tanto. Nakajima confirmou a máxima que Japonês não nasceu para Fórmula 1 e arrebentou-se sozinho no muro. Rosberg ia bem, mas quando colocou os horríveis pneus macios e mal calçado, caiu lá para trás.
Trulli e Glock levaram as Toyotas para a zona de pontuação, porém o italiano Jarno Trulli perdeu 25 segundos por fazer uma ultrapassagem em Safety Car, por isso caiu para 10º. Mesmo assim, mostrou o avanço do carro japonês, que apesar da crise, conseguiu nascer bem.
Buemi também entrou para história e pontuou em sua estreia, vamos ser o suíço repete o sucesso que Vettel fez ano passado com o carro da STR.
Piquet, que tinha uma boa estratégia e chances de terminar bem, teve problemas nos freios e acabou na caixa de britas. Provavelmente levou um puxão de orelha do pai Nelsão que acompanhava a corrida.
Por fim, demonstrou-se que muita coisa pode acontecer. Brawn é favorita e as outras equipes grandes terão que correr atrás da nanica e desacreditada equipe. Barrichelo, não foi tão bem quanto o esperado, mas chegou em segundo calando muitos críticos que consideravam o piloto já aposentado. Com o resultado ele melhorou ainda mais dois quadros, tornou-se o 4º maior piloto a chegar entre os 3 primeiros e subir ao pódio e o 5º maior pontuador de toda a história da Fórmula 1. Se muitos não têm admiração pelo piloto, ele merece ao menos respeito por uma carreira brilhante que teve tudo, menos um título mundial. Quem sabe ele não assusta todo mundo e não leva o caneco para casa?
Confira o resultado final da corrida.
1 Jenson Button (Brawn-Mercedes)
2 Rubens Barrichello (Brawn-Mercedes)
3 Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes)
4 Timo Glock (Toyota)
5 Fernando Alonso (Renault)
6 Nico Rosberg (Williams-Toyota)
7 Sebastien Buemi (STR-Ferrari)
8 Sebastien Bourdais (STR-Ferrari)
9 Adrian Sutil (Force India-Mercedes)
10 Nick Heidfeld (BMW Sauber)
11 Giancarlo Fisichella (Force India-Mercedes)
12 Jarno Trulli (Toyota)
13 Mark Webber (RBR-Renault)
Vídeo da primeira vitória da Brawn.
Próxima etapa: GP da Malásia dia 6 de abril, às 6h.

Em 2008, viu-se um dos campeonatos de Fómula 1 mais disputados de todos os tempos. Título decidido por um ponto, na última curva, alternância de vitórias, brigas, pegas e etc. E desde lá já estava decretado que em 2009 seria tudo ainda mais intenso, já que uma série de mudanças já estavam previstas.
Mudou-se logo tudo. Pneus lisos, proibição de vários recursos aerodinâmicos, redução do carro, das asas traseiras, mudanças na asa dianteira, fazendo ela parecer um quebra-mato e um tal Kers, que é um reaproveitador de energia cinética. Os carros ficarem feios esteticamente, mas ficaram a cara dos carros do meio da década de 90, os saudosistas gostaram.

Imagem retirada do Blog do Capelli
Entre os pilotos poucas mudanças. Entrou apenas Sebatian Buemi (mais um tião, para completar o time) no lugar do escocês David Choultard que se aposentou. Vettel foi para RBR e o suíço estreante ficou com seu posto no time B dos energéticos, a STR.
Mudança também na equipe de Button e Barrichelo. Depois da Honda anunciar sua retirada surgiu das mãos de Ros Brawn, a Brawn GP. Equipe que começou com tudo, surpreendeu muita gente e promete arrebatar vários pontos e, quem sabe, até vitórias. Time forte e equipamento bom e um motor Mercedes forte. Receita de sucesso que já garantiu dobradinha na primeira fila do grid de largada.
Felipe Massa entra nas pistas com status de campeão. Depois de ficar pela boa no ano passado e vencer a maioria das provas, esse pode ser o ano dele, se o brasileiro se adaptar as mudanças do carro.
A McLaren não foi tão bem nos testes e no treino oficial do GP da Austrália, terá que fazer muito para dar condições a Lewis Hamilton repetir da fasanha do ano passado.
BMW também não mostrou tanta força quanto ano passado. Porém, Willians e Toyota, duas afetadas violentamente pela crise, prometem supercarros competitivos que possam de vez em quando incomodar os grandes. Porém, ambas as equipes, mais a Brawn, utilizam o difusor da discórdia, peça que tem dado mais estabilidade ao carro e causado polêmica com as rivais.
Renault não parece andar bem, apesar de ter o piloto mais completo do grid, Fernando Alonso. Quem sabe com braço do espanhol a equipe francesa não possa voltar ao alto do pódio.
Minhas apostas são otimistas: uma ótima temporada para Rubens Barrichelo, com vitórias, quem sabe a primeira vitória da Brawn, e muitos pontos para calar a boca da imprensa que o deu como derrotado. Uma briga aberta pelo título, onde tudo pode acontecer e um ano onde muitos pilotos devem fazer suas últimas temporadas: Barrichelo, Trulli, Fisichela e quem sabe até Weber.
Apertem os cintos e acompanhem a temporada 2009 de Formula 1 aqui no Salve a Rainha.

Depois do anuncio da retirada da equipe de fórmula 1 da montadora Honda, devido a crise mundial. Começou uma verdadeira novela para saber que rumo a escuderia tomaria.
Especulou-se que Carlos Slim, o bilionário do ramo das comunicações havia feito uma oferta ao time japonês e levaria Bruno Senna ao cockpit na temporada de 2009. A notícia foi desmentida e a partir daí surgiram uma série de boatos e especulações sobre ocuparia o posto da ex-Honda.
Nesse vai e vem sensacionalista, Bruno Senna foi dado como certo. Nome forte, sangue novo e grandes chances de brilhar em sua estréia na fórmula 1. A aposentadoria sem brilhos ou pompas de Barrichelo foi especulada e até anunciada por muitos tablóides. Porém, ninguém sabia ao certo o que acontecia.
A verdade começou a transparecer a poucos dias. O domínio “brawnracing.com” e “brawnracing.co.uk” foram registrados. E uma equipe de advogados começaram a preparar a documentação do que viria a ser a equipe de Ross Brawn.

Hoje, foi anunciado em Brackley, na Inglaterra, o nascimento da Brawn GP. Sociedade entre Ross Brawn e os funcionários que mantinham a antiga Honda. Dessa forma, muito empregos puderam ser preservados e a montadora japonesa cumprirá com um investimento mínimo anual para manter a nova equipe.
Sobre a batuta de Brawn estão, o inglês Jason Button, que ano passado não fez nada pela Honda. E o piloto que esteve em mais corridas na história da fórmula 1, Rubens Barrichelo. É uma oportunidade de, quem sabe, Rubinho se despedir da categoria com chave ouro. Ou até, ficar mais um pouquinho, cumprindo os boatos de que ele seria peça importante da USF1, time americano que promete estrear em 2010.
Para quem não lembra Ross Brawn foi diretor técnico da Beneton, em 94 e 95, quando Michael Shumacher ergue o caneco. Depois, na Ferrari, repetiu a parceria e tornou o alemão o maior campeão de todos os tempos.
Apesar de um time forte, que conta com experiência de um ótimo diretor e dois pilotos experientes, espera-se da Brawn GP o mesmo desempenho que a antiga Honda. Ou seja, do meio para trás do grid e, quem sabe, vez ou outra, disputando um pontinho aqui e outro ali.

Para nós, basta torcer para que Rubens Barrichelo tenha um ótimo ano, no que pode ser o último de uma carreira que só não foi brilhante pela ingratidão da mídia e dos pseudo-torcedores.
Dia 29 de março começa a temporada 2009. E você irá conferir tudo sobre o circo da fórmula 1 aqui no Salve a Rainha. Apertem os cintos e preparem-se para muita emoção.



































