Tem imagens que você nunca esquece. Por serem chocantes, diferentes ou até mesmo banais. Por exemplo, eu nunca esqueci que, quando pequeno, na época que eu tinha TV por assinatura em casa, zapeando de canal em canal, deparei-me com um filme antigo que mostrava uma perseguição insana de carros, dentro de um metrô.
Gravei aquela imagem em minha cabeça e tentava achar em minha caixa de carrinhos um brinquedo parecido com aqueles carros do filme. Porém, falhei miseravelmente. Nunca tinha visto um carro tão “pequeno”. Ele era diferente, bonito, charmoso. E no filme tinha de três cores, um azul, vermelho e um branco, mas com detalhes em comum nos três modelos.
Confira a cena abaixo (assinantes de feed cliquem aqui.)
Pelo guia da Tv por assinatura, descobri o nome do filme: Um Golpe a Italiana. Mas sem a sinopse, não consegui saber o nome dos carrinhos. E naquele tempo eu não tinha Internet e nem Google para perguntar.
Anos depois, descobri: eram o Mini Cooper´s. Carros compactos, bem populares na Europa, mas que não eram vendidos aqui no Brasil.
Em 2003, acompanhei a estréia do Remake do filme: Uma Saída de Mestre. Como o original, uma história de um roubo ousado a um banco e a fuga utilizando Mini Coopers, carros pequenos, leves e ideais para passear nos metrôs. Elenco de peso com Mark Wahlberg, Charlize Theron e Edward Norton. Mas os meus olhos não estavam voltados para as estrelas, mas sim para os faróis redondos daquele lindo carro. Imaginei por várias vezes que um dia teria um daqueles.
No filme Uma Saída de Mestre, Charilze Theron brincando com um Mini (assinantes de feed, cliquem aqui)
A única vez que consegui ver um Mini Cooper ao vivo, foi no estacionamento do Aeroporto Afonso Pena. Era vermelho com as tradicionais listras brancas.
Porém, para alegria e felicidade do povo brazuca os Mini Coopers chegaram a território nacional. E, a partir de agora, eles serão comercializados pela Euro Import.
Os Minis custarão em média 100 mil reais e, com certeza, chamarão a atenção de muitas pessoas que desejam ter um carro compacto, versátil, moderno e cool.
Salve a Rainha na festa de lançamento do Mini Cooper.
Para a minha alegria, que infelizmente não tem nem 1% do valor do automóvel em minha conta corrente, poderei ver um Mini bem de pertinho. Fui convidado junto com várias pessoas para apreciar a festa de lançamento do carro.
Por isso, estarei amanhã twittando tudo que acontecer no grande lançamento. Fiquem de olho aqui no Salve a Rainha, no Curitiblogs, no meu twitter: @obrunomendonca e no MiniCooper_BR, o twitter oficial do evento.
Quando eu crescer, ainda compro um. Infinitamente Mini!
Mais informações sobre o Mini Cooper, acesse o site da Euro Import.
Depois da eletrizante decisão do campeonato de Fórmula 1, as equipes já estão testando as adpatações dos carros para o ano que vem. Mais do que isso, algumas escuderias ainda não fecharam os seus staffs para 2009 e utilizam os testes para ver qual piloto pisa mais fundo e ocupurá o posto do time oficialmente. É o caso da Honda, que infelizmente deve dar cartão vermelho para o experiente Rubinho Barrichelo e por acordo com a nova fornecedora de combustível, a Petrobrás, colocar outro jovem brazuca no lugar.
Para os primeiros testes chamaram dois novos talentos do automobilismo brasileiro. Um deles foi Bruno Senna. A imprensa, é lógico, caiu em cima. Fez do teste um grande evento. Tudo por causa de seu sobrenome. Resgataram imagens de arquivos da primeira vez que seu tio testou uma Willians, sua estréia na Fórmula 1, os títulos, a história e tudo mais. Badalharam o guri até dizer que chega.
Infelizmente, injusta como sempre foi a imprensa, esqueceram que outro fantástico piloto também testava a tartaruga japonesa: Lucas di Grassi. O piloto de 24 anos entrou na GP2 em 2006, mas não fez uma boa temporada. No ano seguinte, disputou o título com o maldito Timo Glock e foi vice-campeão. Seu desempenho rendeu um contrato de piloto de testes da Renault. Mas para não ficar de molho e perder rendimento, decidiu voltar a GP2, entrando na 7ª prova do campeonato. Para quem achou que ele só ia marcar presença, Di Grassi deu show. Ganhou 3 corridas, uma a mais que Bruno Senna e, sem correr nas 6 primeiras etapas, ficou em 3º no campeonato, apenas 12 pontos atrás do campeão Pântano e um ponto atrás de Bruno Senna.
Então, abutres da imprensa esportiva, esqueçam o sobrenome e foquem no talento. Quem merece um posto na Fórmula 1 é Lucas di Grassi, mas de preferência em algum lugar bem melhor que a Honda.






























