Sim, o Brasil está atrás do Azerbaijão, Cazaquistão e Geórgia no quadro de medalhas da Olimpíada de Pequim e/ou Beijing. Países que não estão nem no mapa do War. Mas dane-se. Não quero falar que somos no máximo bronze, que todos os nossos atletas choram e que os grandes heróis olímpicos, que não ganham, mas com garra e dedicação, vencendo todas as barreiras e dificuldades, atravessam o mundo e dão vexame nos Jogos.

A ginástica olímpica era nossa esperança de medalhas. Saímos sem nenhuma. Mas valeu a pena passar as madrugadas acordado para assistir as competições. Eu que não sei nada sobre salto, no máximo conheço os aparelhos. E única certeza é que o Brasil caiu do cavalo, da trave, das paralelas e até do solo. Fiquei encantado com as ginastas dos outros países.

A seleção brasileira de ginástica, que treina aqui em Curitiba, pode dar uma pirueta aqui e outra ali, ser boa nisso e naquilo, mas no critério beleza estão ANOS LUZ atrás das concorrentes. As americanas, russas, romenas e pasmem até chinesas são bonitas, graciosas e não choram. São lindas. As brasileiras… bem são atletas.

É sério. É só olhar. Não dá para comprar Daiane dos Santos, Daniele Hypolito, Ana Claudia Silva e a menos feia de todas, Jade Barbosa com as maravilhosas ginastas gringas. Quer ver?

Ana Claudia, a menos… “fotogênica”.
Daiane dos Santos. Ela pisa fora, bem longe da beleza.
Daniele Hypolito, essa é barra e bem assimétrica.
Jade Barbosa. A mais bonitinha de todas.

Agora vamos as lindas ee maravilhosas ginastas estrangeiras, começando pela melhor de todas.

Shaw Johson, prata no solo e atual campeã mundial nesta categoria, esbanjou talento e beleza em Pequim.


Sua compatriota Nastia Liukin, bronze no solo, também figura entre as mais lindas competidoras deste esporte.


E o esplêndido ouro no solo foi para a romena, Sandra Izbasa. Também muito linda.


Veja a foto do pódio com as três beldades.


Dá pra comparar? Enquanto isso, essa é a imagem mais bonita de nossas ginastas.

Quando crescer, eu quero ser romeno.

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