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Sim, eu quero um iPhone. Quase todo mundo quer. Mas não é pelo um telefone da Apple ser cool, ou por ser modinha. É que gostei das funcionalidades do aparelho e imaginei que minha vida seria muito mais feliz com ele. Porém, as cifras impediram que eu me aproximasse do tão sonhado celular.

Antes de completar todos os motivos por eu não comprar um iPhone, esclareço que apeser de publicitário, nunca fui fã dos Macs. Deve ser, por que quando estava em meu primeiro estágio eu tinha um G3 rosa, sucatão para tentar fazer meus textos. O bichinho não prestava nem para escrever. Depois, trabalhei com um G5, bonito, legal. Mas mesmo assim não morri de paixões pela maça mordida.

Quando anunciaram o iPhone 3G por no máximo 299 dinheiros do tio Sam, animei-me e pensei que teria um. Porém, sua chegada ao Brasil foi desastrosa. Quase 2 barões por um aparelinho? Não, obrigado. Não comprarei um iPhone. Se for para gastar, compro um N95. Mas como não tenho dinheiro, fico com meu celularzinho de 1 real, morrendo de vontade de ter um melhorizinho. Os planos de transmissão também não são nada agradáveis. Limitadíssimos e caros. Ou seja, Vivo e Claro devem estar ganhando uns bons trocados com a invenção da turma do Steve Jobs.

Para completar, a Claro, que anunciava o iPhone há tempos e, inclusive tinha feito um cadastro de possíveis interessados pelo aparelho em um site, começou a entrar em contato com as pessoas que demonstraram esse interesse. Recebi a ligação e não acreditei no preparo da vendedora. Quando ela confundiu iPhone de 8GB com 8MB e disse que tinham pacotes de transmissão de 100 bytes, eu comecei a gravar. Abaixo segue conversa de como ela tentou a todo jeito empurrar-me a novidade da Claro.

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